Dirigente ocupará o segundo mandato o cargo de Secretaria de Assuntos Educacionais da entidade, na gestão 2026-2030.
A dirigente do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), secretária de Políticas Educacionais, Guelda Andrade, foi reeleita no último domingo (18/01) para a Secretaria de Assuntos Educacionais da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Integrante da Chapa 10 – “Unidade para Lutar e Conquistar”, eleita com 93,76% dos votos, passa a compor a direção executiva da entidade na gestão 2026-2030.
Educadora pelo segmento de funcionários de escola, Guelda Andrade destacou ser uma honra permanecer para mais um mandato na entidade nacional, agora integrando um time liderado por mulheres, com a presidenta eleita, Fátima Aparecida Silva; a vice-presidenta, Marlei Fernandes; e a secretária de Finanças, Rosilene Corrêa.

“Todas permanecem no quadro da CNTE. Agora, estaremos ainda mais unidas para, juntas e de forma coletiva, superarmos todos os desafios que teremos pela frente”, afirmou a dirigente.
Segundo Guelda, o primeiro mandato (2021-2025) na CNTE foi marcado por novos desafios, mas também por muito aprendizado, contando com o apoio de toda a direção, especialmente por se tratar de sua chegada à direção nacional.
O atual momento, por sua vez, também se apresenta repleto de desafios, mesmo nunca tendo havido um cenário tranquilo. “São os desafios da educação diante de um projeto mundial de mercantilização e privatização da educação pública. Isso tem atingido e assolado todos os países, em especial na América Latina”, destacou.
De acordo com a dirigente, o cenário mundial da educação repercute diretamente no Brasil. A diferença, ressalta, é contar com a CNTE, com sua história, experiência de resistência, lutas e vitórias. “Estaremos sempre prontos, junto aos sindicatos de base, para superar esses desafios, resistir e garantir os direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras da educação, bem como a qualidade da educação pública”, afirmou.
Neste momento, a nova gestão passa pela organização e estruturação das políticas de enfrentamento. Em breve, será realizado o planejamento estratégico para definir e alinhar todas as ações da entidade para os próximos quatro anos.
“O momento é de construção, considerando inclusive o debate de teses e o plano de luta. Trata-se de uma ação recorrente que integra avaliações periódicas, levando em conta o cenário e a conjuntura, pois todo o movimento e todas as ações serão adaptados, aperfeiçoados e adequados a cada realidade vivenciada”, concluiu.

Guelda ainda finaliza explicando que “esta direção foi eleita numa composição de oito forças políticas, e seguirá as resoluções aprovadas no congresso, sobretudo o plano de lutas, para garantir a unidade da classe trabalhadora.



